quarta-feira, 24 de abril de 2013

Missão do IF Goiano busca novos acordos com instituições de ensino de Portugal

Comitiva do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) realiza missão a Portugal com o objetivo de estabelecer contatos, discutir oportunidades de cooperação, intercâmbio de alunos e possibilidades de parceria para capacitação de servidores. O grupo também irá visitar as instalações de instituições de ensino portuguesas: Universidade do Minho, Instituto Politécnico de Bragança, Instituto Politécnico de Porto e Instituto Politécnico e Setúbal.

A comitiva é composta pelo pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Fabiano Guimarães, Assessor Internacional, Arion Fleury e os cinco diretores-gerais dos câmpus da instituição, dentre eles, o diretor-geral do Câmpus Rio Verde, professor Anísio Corrêa da Rocha. A viagem ocorre entre os dias 20 e 28 de abril.

“Buscaremos detalhar as ações de formação de servidores pela Universidade do Minho, principalmente mestrado e doutorado”, afirma Arion. O Assessor Internacional explica que a parceria para a qualificação de servidores do IF Goiano foi iniciada em dezembro de 2012 em outra visita à Portugal. Na ocasião, o reitor do IF Goiano, Vicente Pereira de Almeida, alinhavou um convênio para a oferta de Mestrado e Doutorado nas áreas de Educação e Ciências Biológicas e firmou um protocolo de intenções para possibilitar intercâmbio de estudantes por meio do programa Ciência Sem Fronteiras.

A comitiva também busca novas oportunidades de intercâmbio aos alunos da Instituição. De acordo com Arion, a partir destes acordos, o IF Goiano irá alocar recursos específicos para a realização de intercâmbio de estudantes. Esta iniciativa possibilitará nova possibilidade de troca de experiências dos discentes, além dos programas governamentais já existentes, como o programa Ciência Sem Fronteiras.


domingo, 21 de abril de 2013

Eleição para Coordenador do Curso de Química


Caros colegas calouros e veteranos do Curso de Química, como todos sabem, houve eleição para o Colegiado do Curso de Química, tendo sido eu, o escolhido para representar os Estudantes deste curso. Nesta segunda, dia 22/04/2013 acontecerá a eleição para o Coordenador do Curso de Química, sendo assim, eu como membro do Colegiado e participante da Comissão Eleitoral estarei coletando os votos no período noturno nas respectivas salas onde vocês estarão estudando. Por favor, compareçam a aula amanhã para participar deste processo.

O Curso de Química conta com chapa única, onde o candidato é o atual Coordenador e Professor Celso Belisario.

Segue mensagem do Professor à todos os acadêmicos do curso de Química:

Meus caros e minhas caras!

Depois de uma decisão da diretoria teremos que fazer eleição para coordenador de curso de Química sendo que meu mandato terminaria em outubro. Mas vamos lá, depois do reconhecimento do curso com habilitações no CRQ de 1 a 7, criação do Técnico e participação na construção do projeto e implantação do mestrado em Agroquímica, fico contente em poder me candidatar mais uma vez ao cargo de coordenador. Concretizando o que já existe e trabalhando para melhorias, dentre elas a construção dos novos laboratórios e o melhoramento da qualidade da formação de vocês.

Aguardo os votos de confiança na segunda-feira.
Abraços!

Prof. Ms. Celso Martins Belisário
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano
Campus - IF Goiano Câmpus Rio Verde

COMPAREÇA! VOTE!
SUA PARTICIPAÇÃO É IMPORTANTE!

Postado por: Manoel Aguiar
Membro da Comissão Eleitoral

terça-feira, 19 de março de 2013

Elemento radioativo pode substituir gasolina no futuro

A companhia norte-americana Laser Power Systems afirma que está próxima de encontrar uma fonte de energia para automóveis que dispensa o uso de combustíveis fósseis e baterias. Segundo o CEO da companhia, Charles Stevens, o plano é utilizar uma combinação de tório e lasers para proporcionar energia limpa para qualquer tipo de automóvel.
Segundo Stevens, pequenos blocos de tório aquecidos por lasers geram grande quantidade de energia, que é utilizada para aquecer miniturbinas de água e gerar vapor. A partir disso, é produzida eletricidade suficiente para movimentar um veículo que se prova muito mais econômico do que as opções disponíveis atualmente no mercado.
O CEO da Laser Power Systems afirma que uma unidade de produção de 250 MW possui dimensões reduzidas o bastante para permitir seu uso em veículos domésticos. Ao todo, a invenção pesaria aproximadamente 227 quilos, o que eliminaria qualquer tipo de impedimento para o uso em larga escala.

Radioatividade

O tório é um elemento ligeiramente radioativo que ocorre de forma natural na Terra e pode ser encontrado na maioria dos tipos de rocha e solos, sendo cerca de três vezes mais abundante que o urânio. Descoberto em 1828 pelo químico suíço Jons Jakob Berzelius, o nome do elemento tem origem em Thor, o deus do trovão nórdico.
O uso do elemento como fonte de energia é controverso, já que é uma das opções normalmente utilizadas por usinas nucleares. Segundo Jim Hedrick, especialista em metais industriais, o uso do elemento é “ao mesmo tempo plausível e sensato”.
Devido à sua densidade, o material é considerado como uma ótima fonte de energia: um grama de tório é capaz de produzir energia semelhante a 28391 litros de gasolina. Ao utilizar 8 gramas do elemento em um veículo, isso significa que o motorista nunca teria que reabastecê-lo.
Stevens afirma que a radioatividade natural do elemento poderia ser bloqueada facilmente, através do uso de uma caixa de aço inoxidável com 7,6 centímetros de espessura. Além disso, será usada uma cobertura de folhas de alumínio para evitar a propagação de qualquer isótopo potencialmente prejudicial.

Desafios a superar

O maior desafio enfrentado pela Laser Power Systems atualmente é conseguir construir um motor funcional que siga o projeto proposto. A expectativa é de que a companhia, que atualmente conta com 40 empregados, consiga produzir um protótipo funcional nos próximos dois anos.
Segundo Stevens, a falta de investimento no elemento se deve a uma decisão estratégica tomada após a Segundo Guerra Mundial. Na ocasião, a energia produzida pelo urânio foi priorizada devido ao seu subproduto – o plutônio –, que poderia ser usado no desenvolvimento de armas. Em contrapartida, é praticamente impossível construir uma bomba a partir do tório.
O CEO da Laser Power System afirma que, apesar do elemento produzir urânio 233 como subproduto, é necessária uma quantidade muito grande de trabalho e energia para transformá-lo em armamento. Dessa forma, o produto poderia ser utilizado sem qualquer problema por automóveis, já que o calor produzido pelos veículos estaria longe de ser suficiente para provocar uma reação de fissão.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Enem 2012: textos nota 1000 têm erros como ‘enchergar’ e ‘trousse’



“Rasoavel”, “enchergar”, “trousse”. Esses são alguns dos erros de grafia encontrados em redações que receberam nota 1.000 no Exame Nacional de Ensino Médio 2012 (Enem). Durante um mês, O GLOBO recebeu mais de 30 textos enviados por candidatos que atingiram a pontuação máxima, com a comprovação das notas pelo Ministério da Educação (MEC) e a confirmação pelas universidades federais em que os estudantes foram aprovados. Além desses absurdos na língua portuguesa, várias redações continham graves problemas de concordância verbal, acentuação e pontuação.

Apesar de seguirem a proposta do tema “A imigração para o Brasil no século XXI”, os textos não respeitavam a primeira das cinco competências avaliadas pelos corretores: “demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita”. Cada competência tem a pontuação máxima de 200 pontos.
Segundo o “Guia do participante: a redação no Enem 2012”, produzido pelo MEC, os 200 pontos na competência 1 são atingidos apenas se “o participante demonstra excelente domínio da norma padrão, não apresentando ou apresentando pouquíssimos desvios gramaticais leves e de convenções da escrita. (...) Desvios mais graves, como a ausência de concordância verbal, excluem a redação da pontuação mais alta”.

O manual aponta, entre os desvios mais graves, erros de grafia, acentuação e pontuação. Na mesma redação em que figura a grafia “rasoavel”, palavras como “indivíduos”, “saúde”, “geográfica” e “necessário” aparecem sem acento. E ao menos dois períodos terminam sem o ponto final.
Em outro texto recebido pelo GLOBO, aparecem problemas de concordância verbal, como nos trechos “Essas providências, no entanto, não deve (sic) ser expulsão” e “os movimentos imigratórios para o Brasil no século XXI é (sic)”. O mesmo candidato, equivocadamente, conjuga no plural o verbo haver no sentido de existir em duas ocasiões: “É fundamental que hajam (sic) debates” e “de modo que não hajam (sic) diferenças”.

Uma terceira redação nota 1.000 apresenta a grafia “enchergar”, além de problema de concordância nominal no trecho “o movimento migratório para o Brasil advém de necessidades básicas de alguns cidadãos, e, portanto, deve ser compreendida (sic)”. Em outro texto, além da palavra “trousse”, há ausência de acento circunflexo em “recebê-los” e uso impróprio da forma “porque” na pergunta “Porém, porque (sic) essa população escolheu o Brasil?”.

Pós-doutor em Linguística Aplicada e professor da UFRJ e da Uerj, Jerônimo Rodrigues de Moraes Neto diz que essas redações não deveriam receber a pontuação máxima.

— A atribuição injusta do conceito máximo a quem não teve o mérito estimula a popularização do uso da língua portuguesa, impedindo nossos alunos de falar, ler e escrever reconhecendo suas variedades linguísticas. Além disso, provoca a formação de profissionais incapazes de se comunicar, em níveis profissional e pessoal, e de decodificar o próprio sistema da língua portuguesa — aponta Moraes Neto.

Claudio Cezar Henriques, professor titular de Língua Portuguesa do Instituto de Letras da Uerj, reitera que, ao ingressar na universidade, esses alunos terão de se ajustar às normas da língua de prestígio acadêmico se quiserem se tornar profissionais capacitados. Ele observa que a banca corretora não usa o termo “erro”, mas “desvio”, algo que, segundo ele, é “eufemismo da moda”.

— A demagogia política anda de braço dado com a demagogia linguística. É preciso lembrar que as avaliações oficiais julgam os alunos, mas também julgam o sistema de ensino. Na vida real, redações como essas jamais tirariam nota máxima, pois contêm erros que a sociedade não aceita. Afinal, pareceres, relatórios, artigos científicos, livros e matérias de jornal que contiverem esses desvios/erros colocarão em risco o emprego de revisores, pesquisadores e jornalistas, não é? — ele indaga.

Logo que o MEC liberou a consulta ao espelho da redação, em fevereiro, o site do GLOBO publicou uma reportagem pedindo que estudantes enviassem redações com nota 1.000, junto com seus comprovantes. O objetivo era expor os bons exemplos no site. Porém, ao ler as redações, a equipe percebeu erros gritantes em várias dissertações. Foram enviadas ao MEC, então, quatro delas. Para não expor os alunos, os textos foram digitados, e as informações pessoais (nome, CPF e número de inscrição), omitidas. O GLOBO perguntou se os desvios não desrespeitavam os critérios estabelecidos pelo manual do MEC, e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anysio Teixeira (Inep) alegou que não comenta redações: “por respeito aos participantes, a vista pedagógica é dada especificamente a quem prestou o exame”.

Segundo o Inep, “uma redação nota 1.000 deve ser sempre um excelente texto, mesmo que apresente alguns desvios em cada competência avaliada. A tolerância deve-se à consideração, e isto é relevante do ponto de vista pedagógico, de ser o participante do Enem, por definição, um egresso do ensino médio, ainda em processo de letramento na transição para o nível superior”.

Sobre os critérios usados na correção da redação do Enem 2012, estabelecidos pela coordenação pedagógica do exame, a cargo de professores doutores em Linguística da Universidade de Brasília (UnB), o Inep informa que a análise do texto é feita como um todo. Segundo a nota, “um texto pode apresentar eventuais erros de grafia, mas pode ser rico em sua organização sintática, revelando um excelente domínio das estruturas da língua portuguesa”.

Fonte: Jornal O Globo

Leia mais:
http://oglobo.globo.com/educacao/enem-2012-textos-nota-1000-tem-erros-como-enchergar-trousse-7866485#ixzz2NtWkwbXO

quarta-feira, 13 de março de 2013

Desafios QNInt - 1ª Edição – 2013



Em 2013 a Sociedade Brasileira de Química lança os Desafios Química Nova Interativa, premiando jovens criativos que gostam de Música, Vídeo e Química.

Quais são os desafios?


O desafio da QNint é o desafio dos Químicos: valorizar a importância da Química nas nossas vidas.
Você pode participar em três modalidades:

  • QNint Videos: para quem sabe fazer vídeos e animações.
  • Quimúsica: para quem sabe cantar ou tocar um instrumento, sozinho ou num grupo, com composição própria, em qualquer gênero musical.
  • Karaoquímica: para quem não sabe tocar, mas gosta de cantar e é bom de letra, criando paródias de músicas existentes
Seja qual for o seu talento musical, use a criatividade para manter acesa a mensagem do Ano Internacional da Química - Química para um mundo melhor!